Veja como curar a ressaca

Com a chegada do fim do ano, muitas festas são programadas – e, com elas, vem o excesso de bebidas. O exagero pode resultar em um dia seguinte cheio de dor de cabeça, tontura, fadiga e náuseas. Esses são os sintomas típicos de uma intoxicação por álcool.

E o que todos querem saber é: como curar a ressaca?

Eles costumam surgir cerca de seis a oito horas após o consumo e a metabolização do álcool, podendo durar 24 horas.

O surgimento dos sintomas e a intensidade deles estão diretamente associados à suscetibilidade de cada pessoa, além de fatores psicológicos e do contexto sociocultural.

E, claro, quanto maior a ingestão de álcool, maior o sofrimento no dia seguinte. Vale lembrar ainda que as bebidas destiladas, como cachaça, uísque e vodca, tendem a entrar mais rápido na corrente sanguínea do que as fermentadas, como cerveja e vinho, por exemplo. Por isso, é preciso ter mais atenção com elas.

Não há método comprovado para curar a ressaca, mas os sintomas podem ser amenizados

A verdade é que, para evitar completamente a ressaca, a única forma é deixando de beber, ou bebendo pouco. Para quem não abre mão das bebidas no fim de ano, a recomendação é se cuidar no dia seguinte. O ideal é não estressar ainda mais o corpo, que já está debilitado.

Por isso, atenda às exigências de seu organismo e fique em casa, no silêncio e no escuro, descansando. Lembre-se de tomar muita água e suco de frutas para repor vitaminas e sais minerais perdidos durante o processamento do álcool. Além disso, tente não sobrecarregar o corpo com alimentação pesada, de difícil digestão. Prefira as refeições leves.

Outro ponto fundamental é a hidratação, que deve ser mantida antes, durante e após a ingestão de álcool. Essa é a melhor forma de restabelecer, aos poucos, o organismo, diminuindo as sensações desagradáveis.

Por outro lado, os remédios que prometem reduzir os efeitos da ressaca não são os mais indicados. Em geral, são medicamentos seguros, mas seu uso deve se restringir ao período de ressaca propriamente dito. E, como todo remédio, têm efeitos colaterais e podem interagir com outros medicamentos.

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