PLMJ preparada para ‘cheque de Bruxelas’

Portugal sairá mais forte da crise, com empresas mais dinâmicas e investimento público, mas as verbas da União Europeia têm de ser bem aplicadas ou corre-se o risco de haver pressão compradora, na qual os promotores – imobiliários, por exemplo – são alvo de pressão por parte dos investidores.

Este é o alerta dado ao Jornal Económico (JE) pelos advogados Diogo Duarte Campos e Andreia Candeias Mousinho, da PLMJ.

Essa sociedade está a reforçar a equipa de Direito Público para responder ao volume de investimento público que virá assim que chegue o ‘cheque de Bruxelas’, tendo neste momento 23 pessoas dedicadas à área e nos últimos dois anos mais do que duplicado quer o número de advogados quer de sócios.

“Estamos a antecipar o que aí vem e a preparar-nos para receber algo que vai ser muito exigente para todos: operadores económicos, públicos e assessores. Temos um desafio que o país nunca teve: executar 12,9 mil milhões de euros em meia dúzia de anos”, disse o sócio cocoordenador de Direito Público.

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