DGS assume que apoio às comunidades no âmbito da Covid-19 “não é exclusivo da região de Lisboa”

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Rui Portugal, subdiretor geral da Saúde, garantiu na conferência de imprensa desta sexta-feira, 14 de agosto  que o reforço das equipas multidisciplinares no apoio às comunidades para combater a Covid-19 “não é exclusivo à região de Lisboa”.

O responsável da DGS fez contudo, questão de relembrar que no diz respeito à Área Metropolitana de Lisboa (AML) “a situação epideomiológica evoluiu e que num determinado momento há de facto um sucesso na constituição destas equipas de uma forma formal e do grande investimento das autarquias, da Proteção Civil, da Segurança Social, das forças de segurança e da saúde em relação aquilo que é o esforço da interrupção das cadeias de transmissão da doença”.

Rui Portugal afirmou que “estas equipas nestas autarquias e com o esforço que elas poderão ter permitem nesta altura mesmo com poucos casos prepararmos também o outono e o inverno”.

Questionado sobre a gravidade da doença nos jovens e crianças, o sub-diretor geral da saúde esclareceu que a situação é caso a caso. “Temos jovens no nosso país com doenças crónicas e outro tipo de doenças. Naturalmente uma situação de contágio com esta doença é de grande gravidade. Também nos jovens a doença pode ser grave relativamente aquilo que é o seu estado de saúde”.

O sub-diretor geral de saúde esclareceu ainda que “em termos genéricos relativamente aos jovens sabemos que a sua gravidade é menor do que aquela que ocorre em idades mais avançadas. Em relação ao contágio, os jovens e crianças se estiverem positivas contagiam como um adulto ou uma pessoa mais idosa”.

Ru Portugal foi também questionado sobre um surto que terá surgido num evento da Opus Dei e onde alguns pastores terão ficado infetados com a Covid-19 e se existem mais surtos envolvendo iniciativas religiosas.

“Não consigo precisar o número exato de surtos que aconteceram em atividades de caráter religioso. Existe a nível nacional e em particular na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo, mas não tenho conhecimento do número. Tudo o que sejam aglomerações de pessoas em qualquer tipo de eventos, nomeadamente de caráter religioso e particularmente em meios fechados são zonas de risco e devem ser cumpridas todas as orientações não só da DGS, mas globais”, explicou.

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